
O Instituto do Meio Ambiente (IMA) da PUCRS foi criado com
o propósito de promover a conservação ambiental e fomentar práticas sustentáveis que impactem positivamente tanto
a comunidade acadêmica quanto a sociedade em geral.
Desde 1998, o IMA atua como um agente integrador entre ciência, sociedade e setor produtivo, desenvolvendo pesquisas, projetos
e ações que ampliam o conhecimento e oferecem soluções
reais para os desafios ambientais contemporâneos.
Com uma missão voltada para a preservação da biodiversidade
e a sustentabilidade, o instituto atua em diversas frentes,
incluindo educação ambiental, monitoramento e gestão
de recursos naturais, além de serviços técnicos que auxiliam empresas, organizações e gestores públicos a incorporarem práticas ambientais responsáveis em suas estratégias
de desenvolvimento.

Uma das maiores iniciativas do IMA
é a gestão da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Pró-Mata, uma área de conservação com mais de 3.100 hectares na Serra Gaúcha que funciona como um laboratório
de pesquisa, educação e proteção de ecossistemas naturais, abrindo espaço para estudos científicos, formação de estudantes e experiências de contato com a natureza.
Essa atuação faz do IMA um pilar institucional na promoção de ações concretas em prol do meio ambiente, conectando conhecimento acadêmico com práticas aplicadas e contribuindo para um futuro mais equilibrado, sustentável e consciente —
tanto local quanto globalmente.










A identidade visual do Instituto do Meio Ambiente surge como desdobramento natural do seu propósito: integrar conhecimento, território e responsabilidade ambiental. Mais do que um elemento gráfico, ela representa a forma como o IMA se posiciona diante do mundo — ativo, conectado e comprometido com o futuro.
Ao traduzir ciência em linguagem visual, o projeto busca equilibrar institucionalidade e sensibilidade, estrutura e natureza. A marca não nasce apenas para identificar, mas para comunicar um sistema de ideias que envolve pesquisa, preservação e impacto social.


A Araucária surge na marca como paisagem, memória e identidade do Sul. Presente no horizonte e na cultura da região, sua forma inconfundível atravessa gerações como símbolo de resistência e permanência.
Ao incorporá-la à marca, o IMA reafirma
seu vínculo com o território onde atua
e transforma esse elemento natural
em representação visual de cuidado,
pesquisa e compromisso com o futuro.
O estilo curvo que estrutura o logo evoca
as formações de relevo que desenham
o horizonte da região, onde topografia
e vegetação se entrelaçam em camadas
vivas de paisagem. A geografia sintetizada na marca reforça o vínculo do IMA
com o ambiente que estuda e protege, transformando paisagem em identidade
e responsabilidade em forma.




A tipografia escolhida para a marca dialoga com a identidade do IMA por meio de suas formas orgânicas
e curvas sutis, que suavizam a rigidez institucional sem perder solidez. Seu desenho contemporâneo estabelece equilíbrio entre ciência e sensibilidade — dois pilares fundamentais do Instituto.
As variações e inflexões presentes nas letras criam uma sensação de continuidade e movimento, reforçando a ideia de ciclos naturais e processos em transformação.




Fonte Institucional da PUCRS, usada em todos os materiais produzidos pela Universidade.


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A paleta cromática parte da própria paisagem como referência. Os diferentes tons de verde representam a diversidade da vegetação, os ciclos naturais e a vitalidade dos ecossistemas que o IMA pesquisa e protege. Do verde mais vibrante ao mais profundo, a variação sugere amplitude — da vida que brota à floresta consolidada.
O tom terroso introduz a dimensão do solo
e do território, lembrando que toda pesquisa nasce de um espaço físico, concreto
e habitado. Já o neutro claro equilibra
o sistema, trazendo respiro e reforçando
a clareza institucional necessária
à comunicação científica.





Formas orgânicas, traços consistentes e síntese visual. Inspirados na diversidade
da vegetação e nas diferentes espécies que compõem os ecossistemas do Sul, os ícones representam variações naturais dentro de um mesmo sistema gráfico.
Cada forma mantém unidade estrutural, mas apresenta singularidades —
assim como na natureza, onde cada organismo possui identidade própria, ainda que faça parte de um conjunto maior. O traço contínuo e simplificado reforça clareza e aplicabilidade, enquanto a repetição de padrões cria reconhecimento e coerência visual.
Os ícones ampliam
o universo da marca, traduzindo biodiversidade em linguagem gráfica
e fortalecendo o conceito
de integração entre pesquisa, território e preservação.















